Você precisa saber como conseguir a concessão da sua aposentadoria, se deve pedir agora ou após a entrada em vigor da Reforma da Previdência? Então leia o post até o final para encontrar informações preciosas que irão te ajudar a tomar a melhor decisão e evitar desta forma que você perca seu tempo e dinheiro.

A Reforma da Previdência foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas antes de começar a valer já está causando desespero em muitos trabalhadores.

As pessoas estão com medo de perder a oportunidade de dar entrada no pedido de aposentadoria antes que as novas regras passem a ter eficácia, pois sabem que o valor da aposentadoria tende diminuir.

Sabemos que é não é fácil, mas tenham calma! O momento é de cautela e não de desespero.

Importante destacar que o direito adquirido à aposentadoria pela regra atual não será violado, mas com tantas mudanças e regras diferentes, se tornou indispensável fazer um cálculo de concessão de aposentadoria para apurar o tempo de contribuição e o valor da renda mensal inicial do benefício, com as regras atuais, na forma que definitiva contida no texto de Reforma aprovado pelo Congresso Nacional ou então nas regras de transição, evitando prejuízos que na maioria dos casos serão irreversíveis.

Pelas novas regras aprovadas pelo Congresso Nacional, a aposentadoria por tempo de contribuição – exceto em algumas regras de transição – deixará de existir, pois agora você precisará ter além tempo de contribuição uma idade mínima para solicitar o benefício.

Segue abaixo, as novas regras que terão validade assim que a Reforma for promulgada:

Trabalhador privado urbano

Para a mulher:

62 anos idade.

15 anos tempo de contribuição.

Para o homem:

65 anos idade.

15 anos tempo de contribuição.

Trabalhador servidor público

Para a mulher:

62 anos idade.

25 anos tempo de contribuição.

10 anos no serviço público e 5 anos no cargo.

Para o homem:

65 anos idade.

25 anos tempo de contribuição.

10 anos no serviço público e 5 anos no cargo.

Professor Privado

Para a mulher:

57 anos idade.

25 anos tempo de contribuição como professor.

Para o homem:

60 anos idade.

25 anos tempo de contribuição como professor.

Além das novidades mencionadas acima, é importante destacar que o cálculo das novas aposentadorias passa para a média de 100% dos salários. Ou seja, não será possível excluir do cálculo as 20% menores contribuições do trabalhador. E para reduzir ainda mais o valor da do benefício, haverá a incidência de um novo redutor de aposentadorias.

Os segurados vão receber 60% desta média (100% dos salários de julho de 1994 até o pedido de concessão do benefício) + 2% por ano de contribuição acima dos 15 anos de tempo de contribuição para a mulher e +2% por ano de contribuição acima dos 20 anos de tempo de contribuição para o homem.

Como você pode notar, as novas regras serão pesadas para quem está longe de pedir o benefício ou para quem vai começar a contribuir para a Previdência Social. No entanto, para quem já estava com a expectativa de se aposentar nos próximos anos haverá regras de transição. Após o cálculo feito por um advogado especialista em Direito Previdenciário, que identificará o tempo exato que faltava para você se aposentar antes da promulgação da Reforma, será possível identificar a melhor regra de transição para o seu perfil.

Em resumo, procure um advogado de sua confiança que seja especialista em direito previdenciário para receber informações técnicas e precisas, pois o momento é de calma, cautela e planejamento.

Para ficar por dentro da reforma previdenciária acompanhe os vídeos feitos por nossa equipe e disponibilizados gratuitamente no canal https://www.youtube.com/c/VSHAdvogados.

Concessão de Aposentadoria
Cálculo de Aposentadoria
Revisão de Aposentadoria
Planejamento de Aposentadoria
Aposentadoria Especial
Aposentadoria para Deficientes
Aposentadoria por Invalidez

É possí­vel que você já esteja apto para a aposentadoria e nem saiba disso. Neste vídeo, explicamos que alguns fatores podem fazer com que você consiga se aposentar antes da reforma previdenciária.

Neste vídeo, Dr. Eduardo explica porque o profissional que trabalhou em dois ou mais empregos simultaneamente pode pedir revisão de seu benefício junto ao INSS.

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